VI Anarquismo Vs Comunismo Vs Democracia
Madrugada de 3 de Março de 2010.
Possivelmente este vai ser o único texto que escrevo literalmente bêbado. Porém eu acabei a chegar a casa alcoolicamente animado, ligo a tv e está o António Vitorino de Almeida a participar num programa de rtp2. Neste canal, no programa “Câmara Clara” foi emitido um jantar grandiosas personalidades portuguesas. Esta jantar reúne anarquistas, comunistas e quase democratas porque corria o ano de 1976 e ninguém sabia o que era a Democracia. Sabem o que é ter na mesma mesa, Anarquistas, Comunistas e Democratas?! Não é mesmo o que ter nos tempos que correm a mesma situação!
Nessa época (em 1976) era tudo muito fresco e inocente. Aliás espontâneo, honesto e inconsciente!
Estava tudo alerta, primeira revolução de Abril, o Verão quente de Maio, os Militares a dominarem e a culminar com o General Eanes na Presidência da República. Nessa década de 70 até á de 90 do séc. XX existiu de tudo, a libertação e a aproximação ao Mundo.
Primeiro surgiu a aproximação á Europa, depois com ela e as suas ajudas aconteceu a aproximação ao Mundo!!! Décadas que deixamos de ser o Portugal do Ultramar para ser o Portugal da Europa. Nesses tempos tinha-mos um império algo geograficamente parecido com Império Inglês. Quase que podíamos dizer o mesmo que esse tal United Kingdom, “O Império onde o Sol nunca se põe!!!”. Diziam os seus reis. Esses tais ingleses que tivemos com que lutar pelas nossas colónias no famoso tratado da Rosa. Enfim consegui-mos segurar-nos durante anos com Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe, Guiné, Diu, Goa, Timor e Macau. Mas o nosso poder ultramarino deixou mesmo de existir num grande parte quando D.Pedro, assumido liberal que com o seu grito do Ipiranga faz o Brasil separar-se da coroa portuguesa. Essa pérola dourada foi a que fortaleceu o nosso Rei Sol com todo o seu ouro com que ele teve tudo o que havia de melhor no mundo. Mas entretanto perdíamos tudo, ou tudo era mal feito com guerras civis nas nossas antigas colónias durante anos e até ao final do séc. XX surgiu o facto de Macau voltar para administração chinesa. Este marco foi a pedra em cima da campa (R.I.P.) do resto do nosso Império pioneiro.
Bem deixemos de Odisseias quinhentistas e voltemos ao surreal real!
Somos governados pelo Exmo.Sr. José Sócrates. Este que tem uma licenciatura polémica, acordos que têm muito que se lhe diga e pequenos almoços com o Figo.
Agora estamos em crescimento técnico, aliás fomos os primeiros a fazê-lo. Graças a Deus, né??!! Fomos os últimos em tudo, mas nisto do crescimento técnico fomos os primeiros. Pero fiquem atentos porque ainda vai correr muita tinta, quer existam ou não escutas e estranhos negócios na PT.
Pensem nisto, 1 bêbado, 1 anarquista, 1 democracia e 1 comunista!!!!
Rest in Peace!!!
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V A Gripe A
A gripe A.
Esta estirpe começou por ser noticiada com mortes no México que nunca mais paravam. O México parecia estar a sair de um terramoto ou de um furacão pero não de uma gripe.
Então no chamado Mundo Civilizado ou Ocidental surgiu um Mito. O mito da Gripe A. Todos os governos sonhavam com as vacinas e ela finalmente chegou, gastaram-se milhares ou talvez milhões de euros e de dólares, desde a sua concepção até á sua distribuição e compra.
Em cada país noticiavam-se casos de mortos e de casos suspeitos e das pessoas que eram detectadas nos aeroportos com a gripe A.
Porém passaram-se meses e médicos recusaram-se a admistrar as vacinas a eles próprios, as pessoas não aderiram ao pânico da pandemia e não usaram as vacinas. Conclusão milhares de vacinas ficaram á espera que o BOOM da gripe A acontecesse. SUPRISE, didn’t happen!!!
Já ouvi dizer em cafés que foi uma conspiração dos laboratórios farmacêuticos que lançaram a gripe A e depois venderam as vacinas. But o importante é que acho que houve uma espécie de boom mediático e o pânico foi maior que a pandemia.
Finalmente para creditar o mito, afinal a gripe A não é tão mortífera do que a gripe sazonal(a n nossa querida gripezinha habitual do inverno, que todos nós sofre). Na capa de um conhecido semanário saíu a notícia “Vírus da gripe A fez sumir vírus da gripe vulgar.”Este artigo revela-nos só na página 17( o medo já não é tanto já se pode pôr lá para o meio uma noticiazita da gripe A) que as nossas queridas autoridades de saúde nacional não têm registo de nenhum doente com a gripe sazonal desde Junho de 2009, ou seja, afinal todos nós já tivemos ou vamos ter gripe A. Afinal a gripe A já anda entre nós há muito tempo e apenas os nossos Dalfagan’s, antibióticos, anti-histamínicos, e mais alguns anti-tudo podemos dar cabe do canastro dela!!
Tenham calma que a nossa estimada gripe sazonal estará de volte logo que consiga restabelecer-se, não fiquem com saudades.
Já agora lanço um bocado de pânico e pensem que a gripe sazonal daqui a uns meses volta com toda a sua tenacidade e pode resolver fazer das suas!
Cuidado…
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IV Criatividade (Quando e onde Acontece)
Criatividade – s. f
1. Filol. Função da inteligência humana que torna o homem superior ao que ele mesmo cria.
2. Personalidade criadora insuperável própria do homem.
Criar -v. tr.
1. Dar existência a.
2. Dar o ser a.
3. Gerar; produzir.
4. Originar.
5. Educar.
6. Inventar.
7. Fomentar; estabelecer; interpretar.
v. pron.
8. Nascer; produzir-se.
9. Crescer; passar à juventude.
(Significados extraídos do site : http://www.priberam.p)
Esta palavra remete-nos para muitas áreas, mas em todas elas, a criatividade pode acontecer quando menos pensamos que ela apareça.
Em princípio quando escrevi o título do capítulo IV estava na viajem interminável do Porto até Castelo Branco, mas, agora estou já em Idanha-a-Nova no meu sofá a”ver” um filme daquele tipo de filmes que as televisões passam ao fim-de-semana. Sinceramente muitas vezes podem no máximo emitir “bons” filmes porém todos sabemos que na maior parte das vezes são um bocadinho desprezíveis e se como por milagre se evaporassem acho que o nosso mundo ficava um pouco melhor.
Eu sei que devem estar a pensar que estou a fugir um bocado ao tema, mas, por incrível que pareça não estou porque queria definir-vos criatividade de uma outra forma. Eu em vez de escrever umas linhas sobre filmes podia vir-me á cabeça o mito da gripe A, ou porque o Sócrates gosta de tomar pequenos-almoços com o Figo ou de almoçar com o Vara.
Bem o que quero dizer é que a criatividade remete para outro conceito, o conceito de INESPERADO.
Ele surge quando menos esperamos, logo, surge, inesperadamente!!!!
A criatividade pura e dura, como a artística acontece quando menos esperamos e resulta de estímulos que sobrevalorizamos. Dela podemos retirar sentimentos como surpresa, satisfação ou não, inquietude, nervosismo na pura inocência do que criamos, exprimimos e a pela realização do que está imprimido é simplesmente uma parte de nós mesmo ou apenas é outra parte de nós.
Finalmente, é isto o que penso e acho da Criatividade.
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III Travel/Trip
Considerando-me um estudante pertencente há “Twilight Zone” vou consumindo os meus chaimites de pólen e no meio duma destas desventuras estava eu com uma moca fenomenal e imaginem o que veio á baila. Imaginem!!Reflitam!!=)
Bem, estava eu no carro á porta de minha casa com a minha prima e com um relâmpago surgiu-me na minha mente viajar. Mas este “viajar” é diferente, Si es verdad, não estou a pensar em fazer a mala, pedir uma boleia até ao aeroporto e ir até qualquer outro ponto cosmopolita ou tropical na moda. Não que o goste de o fazer. Um viajem é sempre uma viajem. Nem que seja para Carcavelos.
Porém falo do tipo de viajem em que para além do destino o que interessa mesmo é a viajem no seu significado mas primitivo.
Esta trip que para mim seria de sonho baseia-se em príncipios muito básicos. Não ter pressa para ir para outro local, nunca saber como se vai viajar (a pé, de comboio, de bicicleta, de boleia, de barco, de avão, autocarro, ou simplesmente a junçao de todas as formas) e nunca saber onde se vai dormir e quanto tempo se vai ficar num determinado local (podem ser minutos, dias ou semanas. Ah, já me esquecia deste, nunca planear destinos ou itenerários. Vamos onde tivemos de ir.
Sim esta é a minha viagem de sonho!!!
Este meu plano de não ter plano começa por trabalhar em qualquer sítio para angariar fundos financeiros e congelar a matrícula da faculdade por um ano.
Depois arranjar companheira ou não, no meu caso queria que o meu grande amor fosse comigo para o desconhecido.
Por fim começar por algum lado e arranjar uma viajem de comboio para fora do país e aí começava.
Acho que não haveria nada mais libertador do que haver uma disponiblidade total para aceitar a liberdade no seu todo. Não ter pressa para sair de um sítio, nem queres estar tempo demais num sitio. Apenas haver a liberdade de querer ou não querer ficar ou partir.
Haverá facto mais libertador do que sair numa paragem e olhar, sair, apreciar, gostar ou não e digerir um local. Ficar, conhecer além de um local, os locais (quer as pessoas ou lugares), as rotinas que o envolvem numa aura sempre própria. Mas se não houver guitos e se arranjar trabalho para poder continuar, fica-se mais do que esperado. Porém está sempre presente o poder da Liberdade e o que pode acontecer exatamente o contrário e sair-se na paragem e sentir a aura do local e não se sentir atraído e simplesmente arranjar forma de ir para outro local, seja ele qual for!!!
Apenas nesta viajem existe o desejo e liberdade de ir, ficar, gostar, não gostar, viver e avançar.
Avançar porque é sempre avançar.
Nesta viagem o outro local a que se chega é sempre visto como mais um avanço na jornada. Esta jornada pode ser longa ou curta, inesperadamente surge o poder da Liberdade. Se sentir que se quer mais, AVANTE!!!
Pero (spanish word for but) se não querer mais e se querer avançar para a casa, vai-se para casa. Tudo faz parte da viagem, as angústias, as sensções, os pensamentos e as decisões, pero o mais importante é preciso nunca esquecer o princípio base de existir a Liberdade de poder acontecer e fazer TUDO!!!
Digam lá se isto não era o mais libertador possível. Se não era um acumular de experiências tão importantes como um ano de faculdade?! Sinceramente eu acho que sim.
Esta é a minha utopia de viagem de sonho que espero vir a fazê-lo!!!
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II Finalidade
Este diário de bordo tem como o título do capítulo indica uma finalidade, um certo propósito de escrecer o que vai na alma de um simples estudante universitário!!
Vai ter concerteza diferentes temas abordados, por isso não se espantem com tanta desparidade de assuntos que podem ser abordados.
Acontece que esta sebenta pode acabar num blog ou num livro, que sabe. O futuro não cabe a mim advinhar, sim porque para isso estão cá os cartomantes e Professores Bambus deste País.
Não quero acabar com o emprego de ninguém!!!
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Diário de Bordo – A Few Thoughts by a Student
I
Inicio
Porto, 17 de Fevereiro de 2010
7h30 da manhã
Bem aqui estou eu, ás 7h30 em frente à Garagem da Praça da Batalha fazendo juz ao tipo de viajante periódico. Mas o meu aspeto para as outras pessoas de um simples nómada que vai tentar a sorte em outras paragens. Sendo parcialmente verdade, por um lado não vou á aventura de viajar para outro lugar, mas por outro prisma vou e estou a tentar a minha sorte noutro lugar.
Esta sorte requer trabalho, porque o meu “trabalho” é “estudar”.Digo estudar entre aspas porque este estudar é diferente dos outros comuns universitários.*
(1º parênteses-> esta escrita começou algo atribulada; 1º pela falta de papel e caneta o que requereu a compra deste material e 2º pela esperada mas sempre inesperada chuva que ainda lutei mas que resultou na molha deste “Diário de Bordo”)
*Estes universitários que vos vou falar são aquele tipo que estudam o semestre todo, e mais ainda na altura de exames mas que depois chubam.EHEHEH!!!
Existe ainda outro tipo de universitariadade, uma que parece um género de Twilight Zone. Sim isso mesmo, existe uma outra realidade paralela. Onde coexiste coma outra de um a forma quase perfeita
Isto porque elas têm horários diferentes, !Es verdad!
Esta última opera a partir das 14h ou 15h enão vai ás aulas, nem se preocupa com trabalhos e empenha-se na época de exames e de exames de recurso.Nota-se uma certa irrespensabilidade.Podem-se chamar a geração “deixa tudo pá última” mas no final aparece uma actriz muito importante.
Já devem ter adicionado qual é!!
Dá-se pelo nome de RESPONSABILIDADE!!!!
Esta realidade é paralela mas no entanto muito real, vê-se principalmente junto de muito alcool ou drogas.Mas me interpetem mal a gente que faz parte desta realidade porque no fundo eles apenas querem aproveitar os anos que vão passar num determinado lugar e ver do que é feito o mundo. Porém sabem o que acho que é verdade, é que são eles que vão ter mais sucesso, porque tiveram tempo para gozar e quando acabar a folia eles entregam-se de corpo e alma ao que vão fazer profissionalmente.
São eles talvez os mais inteligentes porque arranjam sempre forma de se safarem e o mais incrível é que conseguem!!!
Este safar vai desde trabalhar para ter mais “guito” para as actividades até passarem a tudo na época de exames.(Sim eles passam.)
Esta geração desde cedo tem definido o seu futuro e colocam a eles próprios metas e objectivos passando por serem sujeitos que vão com a maré, mas, é mentira eles colocam para tudo um espaço no seu tempo. Se eles as suas metas realizam tudo.
A conclusão é que estes últimos são pessoas adultas bem formadas quer a nível de literacia mas também a nível social e pessoal.
Eles adquirem experiências que nunca teriam se apenas andassem enamorados com livros, aulas e faculdade. Não digo que a outra realidade não também o faça mas acho quem encontrar o perfeito ponto de equilibrio ( quase impossível de o concretizar) é o tal verdadeiro universitário.
Sendo esta uma utopia, acho que prefiro a realidade paralela, porque além de sair literado saio social, moral e pessoalmente capaz de lidar com o mundo e pronto para pegar o touro pelos cornos. =)
(2º parênteses-> Entretanto acontece outra interrupção na minha escrita, chegou o bólide que me vai fazer viajar pelo norte-centro do país até Castelo branco)
FINAL DE CAPÍTULO
(3º parênteses-> Este parênteses surge na necessidade de combater futuras dúvidas. Cada capítulo começa numa data mas também numa determinada hora. Por isso cada capítulo pode acabar ou começar outro num dia ou hora diferente ou no mesmo espaço temporal , quer no passado ou presente)
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